sexta-feira, 11 de novembro de 2016

POLICIA MILITAR DE CONCHAS COM APOIO DE FORÇAS DE SEGURANÇA DA REGIÃO RECUPERARAM GADOS ROUBADOS DE FAZENDA NO MUNICÍPIO DE CONCHAS.


POLICIA MILITAR DE CONCHAS COM APOIO DE FORÇAS DE SEGURANÇA DA REGIÃO RECUPERARAM GADOS ROUBADOS DE FAZENDA NO MUNICÍPIO DE  CONCHAS.


Na noite de ontem, 11NOV16, após denúncia via rede radio Copom,   viaturas de conchas auxiliadas pelas forças de segurança  da região, prende indivíduos por roubo de gado e recupera 34 (trinta e quatro) cabeças de gado roubadas. Policiais militares de Conchas receberam informação de que indivíduos, mediante o uso de armas,  haviam rendido funcionários e roubado gado de uma fazenda de confinamento bovino localizada pela Estrada do Porto do município. Rapidamente os militares fizeram contato com as polícias militares e guardas municipais dos municípios vizinhos para realização do cerco policial. Em certo momento os agentes da Lei receberam uma denúncia de onde as carretas poderiam estar. Os policiais deslocaram até o local onde obtiveram êxito em abordar três caminhões (carretas) com 34 (trinta e quatro) cabeças de gado. Os motoristas haviam acabado carregar o gado e até o momento não sabiam sobre o crime, os militares também chegaram a mais dois indivíduos da região de Marília e um terceiro de Conchas. Segundo informações os indivíduos foram até a fazenda a tarde a fim e negociarem o gado, solicitando que o gado fosse apartado para ser carregado. No período da noite os meliantes teriam chegado e anunciaram o roubo. O gado estava sendo levado para o município de Tupa. Os policiais prenderam em flagrante três criminosos, recuperaram 34 (trinta e quatro) cabeças de gado, apreenderam três caminhões, e ainda dois veículos envolvidos com o roubo. Contem com a Polícia Militar. Favor divulgar!  
Agentes envolvidos na ocorrência,  Sd Pm Rafael Conchas, Sd Pm Felipe e Sd Pm Mendonca, apoiaram nesta as viaturas PM Laranjal Paulista,  Pereiras,  Anhembi, Piracicaba e as Guardas Civis de Laranjal e Piracicaba...o apoio de todos foi fundamental!


Nota sobre a ocorrência: Senhores eu estava acompanhando o empenho das forças de segurança nesta ocorrência  de roubo de gado, foi lindo de ver os municípios se unirem e cada um usando os meios de comunicação que nós temos em mãos, principalmente os grupos do aplicativo whats ap de Segurança Pública, foi de grande importância pra o desfecho com êxito nessa ocorrência, isso demonstra para todos, que não interessa a cor da farda e qual cidade trabalhamos, ficou provado mais uma vez que " JUNTOS SOMOS FORTES". Parabéns a TODOS pelo empenho e profissionalismo.

FONTE: WHATS AP SEGURANÇA PÚBLICA DE LARANJAL PAULISTA

GCM CLÁUDIO RAIMUNDO / LARANJAL PAULISTA / SP

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Defenda o professor na frente de seu filho e não precisará defender seu filho na frente do delegado


Aos filhos devem ser claras as regras de convivência, sustentadas pelas posturas uníssonas de seus pais – mesmo que estes não morem mais juntos. Isso contribui inegavelmente à formação, nos jovens, de uma personalidade firmada sobre sólidos princípios, que os tornarão menos suscetíveis a seguirem rumos indesejáveis em suas tomadas de decisão vida afora.
Não obstante um sem-número de publicações que se prestem a orientar pais e educadores, no sentido de basicamente lhes permitir uma imposição de limites eficientes aos filhos/educandos, a realidade parece ainda tomar o sentido oposto. Tendo como base o tipo de relação comumente estabelecido hoje entre os pais e as escolas, seja na rede pública ou particular, evidenciam-se, na maior parte das vezes, dissonâncias entre família e instituição, extremamente lesivas à formação do aluno.
Exceções à parte, a maioria dos pais comporta-se de maneira defensiva ao tratar de assuntos relacionados ao comportamento dos filhos, como se estivesse de antemão sendo acusada de negligência, ausência ou mesmo impotência nos cuidados com a educação filial. Esse protecionismo inclusive se manifesta na presença dos filhos, o que de imediato já desautoriza a figura docente ao estudante, minando possibilidades de se construir um relacionamento de confiança e respeito entre professor e aluno, bem como entre pais e escola. Nesses momentos, muitos desses pais desfiam um corolário de clichês desprovidos de fundamentos coerentes, tais como: “Em casa, ele não é assim”; “Ele diz que fulano o atrapalha; muda meu filho de lugar.”; “Ele reclama que tal professor implica com ele.” etc. Nem ao menos percebem o simples fato de que o professor é responsável pelos seus filhos por algumas horas semanais.
Verdade seja dita: a grande maioria dos professores seria incapaz de perseguir seus alunos; muito pelo contrário, hoje os docentes são menos perseguidores do que perseguidos – fato que as notícias que abundam na imprensa o comprovam. Há muito vem se instalando, nas instituições escolares, gerações de educadores formados a partir de concepções pedagógicas renovadas e dissonantes, em sua totalidade, com práticas lesivas e/ou baseadas em meros juízos de valor. Além do mais, normas, dispositivos e regulamentações legais – educacionais ou não – seguramente respaldam a manutenção da integridade física e moral dos menores em nossa sociedade.
Nesse sentido, vale uma referência ao desenho “Procurando Nemo”, da Disney, principalmente em razão das ações do pai do peixinho que dá nome à animação. Emblemático desse comportamento é o momento em que, estando no interior de uma baleia com uma companheira, esse pai dirige-se à colega, trocando-lhe o nome com o do filho: “Você não vai conseguir, Nemo!”. Esse ato falho acaba por revelar o aspecto mais lesivo desse tipo de atitude no contexto educacional familiar e que consiste em seu caráter superprotetor. Ao tentar poupar os filhos do confronto direto com os atos praticados e suas conseqüências, os pais impedem-lhes a construção de uma identidade autônoma que deveria norteá-los seguramente frente às complicações inerentes ao seu processo de amadurecimento.
O mundo nos impõe sucessivas situações-problemas, cujas resoluções dependem de nosso equilíbrio na busca por soluções adequadas. Ora, se nos foi negado, desde sempre, o exercício de optar entre uma ou outra saída, por nossa própria conta e risco, como poderemos ultrapassar barreiras que se acumularão ao longo de nossas vidas? É com o se pedíssemos a um aluno acostumado a sempre “colar” que resolvesse uma prova sem o gabarito. Nunca tendo errado e, portanto, refletido e reconstruído ideias próprias, evidentemente não teria repertório nem experiências constitutivas de mínima estrutura para enfrentar o novo – como o que vem ocorrendo entre as novas gerações.
Da mesma forma, ressalta-se que essa superproteção fatalmente se desdobra na tendência a anular-se a identidade dos filhos – aspecto contundente no enredo de “Procurando Nemo”. Em decorrência desse policiamento ostensivo sobre a vida dos filhos, pais e mães impõem seus pontos de vista através de afirmações de caráter perene e indelével: “Você é vagabundo.”; “Você nunca vai gostar de estudar.”; “Você é teimoso.” etc. Sendo assim, os filhos acabam crendo que são assim mesmo e para sempre o serão; ou seja, acomodam-se às imagens que os pais compulsoriamente lhes determinam, isentando-se de perspectivas de mudanças positivas em suas vidas, consequentemente se tornando passivos diante do mundo circundante. Relevante e imprescindível, visando-se à neutralização dessa sistemática nociva, torna-se a cumplicidade dos pais ao impor limites, o que implica, sobretudo, unidade no discurso de ambos. Aos filhos devem ser claras as regras de convivência, sustentadas pelas posturas uníssonas de seus pais – mesmo que não estes morem mais juntos. Isso contribui inegavelmente à formação, nos jovens, de uma personalidade firmada sobre sólidos princípios, que os tornarão menos suscetíveis a seguirem rumos indesejáveis em suas tomadas de decisão vida afora.
https://t.dynad.net/pc/?dc=5550001580;ord=1476810765695https://t.dynad.net/pc/?dc=5550001579;ord=1476810782937
Como se vê, educar, além de trabalhoso, requer dedicação extrema e treino constante. Pais devem, portanto, exercitar continuamente sua tarefa educativa, dispondo-se a diárias e contínuas reflexões e autoavaliações, em diálogo constante com o cônjuge e com os filhos, até que se incorporem definitivamente regras básicas do processo educativo, as quais, no caso, consistem na coerência entre o que se diz e o que se pratica; na co-responsabilidade entre pai e mãe e demais educadores; na clara delimitação de regras e limites e no respeito compartilhado diariamente pelos familiares entre si e entre cada um deles e seus semelhantes. Tendo em vista o dia-a-dia caótico de hoje, urge a necessidade de se formarem cidadãos conscientemente autônomos, embora interdependentes, capazes de contribuir à reconstrução e à transformação do mundo, num saudável movimento de constante evolução.
"Escrever é como compartilhar olhares, tão vital quanto respirar".É colunista da CONTI outra desde outubro de 2015.



GCM CLÁUDIO RAIMUNDO/LARANJAL PAULISTA/SP

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Jovem com doença incurável faz apelo na web por cadeira de rodas

Jovem com doença incurável faz apelo na web por cadeira de rodas

Morador de Laranjal Paulista diz que sente dores 24h por dia.
'Um dos meus sonhos é poder ir à praça tomar sol sozinho', afirma.

Caio Gomes SilveiraDo G1 Itapetininga e Região

Edson antes e depois da doença incurável (Foto: Arquivo Pessoal/ Edson Sales)Edson antes e depois de sofrer de neuropatia (Foto: Arquivo Pessoal/ Edson Sales)









Vítima de neuropatia, doença que provoca dor na região lombar 24 horas por dia e não tem cura, o morador de Laranjal Paulista (SP) Edson Sales, de 29 anos, começou a fazer uma campanha na internet para arrecadar R$ 15 mil e realizar um dos seus sonhos: comprar uma cadeira de rodas motorizada. Em entrevista ao G1, Edson contou que há quatro anos sofre da doença, que o fez ficar afastado do trabalho pela dificuldade em ficar em pé e também por não ter forças nos braços. Com isso, ele precisa de ajuda constante da esposa, já que não consegue se locomover sozinho com a cadeira de rodas convencional.
“Consigo ficar em pé, mas com muita dificuldade, por isso saio sozinho apenas na cadeira de rodas. Só que pela falta de força nos braços e pelas ruas esburacadas, acaba sendo perigoso, tanto é que já cai duas vezes na rua e me ralei inteiro. Precisaria de uma cadeira motorizada ao menos para tomar sol em frente de casa com mais segurança. Um dos meus sonhos é poder ir às praças perto de casa tomar sol sozinho e ir ao centro. Esse é uns dos três sonhos que tenho”, comenta.
 Segundo Edson, sua esposa Erika Sales, de 31 anos, foi quem teve a ideia de fazer a campanha na web. A página foi criada em 22 de setembro deste ano e mostra que apenas 3,67% dos R$ 15 mil necessários, ou R$ 550, foram arrecadados. O objetivo é que até o final do ano eles possam comprar a cadeira. “Desde o final de 2012 estamos nessa luta. Hoje já não aguento mais ver ele caindo de muleta ou da cadeira se machucando”, lamenta Erika.
“Consigo ficar em pé, mas com muita dificuldade, por isso saio sozinho apenas na cadeira de rodas. Só que pela falta de força nos braços e pelas ruas esburacadas, acaba sendo perigoso, tanto é que já cai duas vezes na rua e me ralei inteiro. Precisaria de uma cadeira motorizada ao menos para tomar sol em frente de casa com mais segurança. Um dos meus sonhos é poder ir às praças perto de casa tomar sol sozinho e ir ao centro. Esse é uns dos três sonhos que tenho”, comenta.
Edson faz vaquinha para comprar uma cadeira de rodas automática (Foto: Reprodução/ vakinha.com.br)Edson faz vaquinha para comprar uma cadeira de rodas automática (Foto: Reprodução/ vakinha.com.br)









Doença
A neuropatia é uma doença que ataca o sistema nervoso, por isso causa dor constante. Segundo Edson, ela se desenvolveu em 2012, meses depois de se casar quando tinha 25 anos e ainda morava em São Paulo (SP). Até então vivia normalmente, mas depois de dores nas costas descobriu três graves hérnias de disco. De acordo com ele, foi depois de uma cirurgia para a retirada dessas hérnias é que a doença se desenvolveu.
Médico Vinicius Benites é responsável pelo caso há anos (Foto: Arquivo Pessoal/ Edson Sales)Médico Vinicius Benites é responsável pelo caso
há anos (Foto: Arquivo Pessoal/ Edson Sales)
“Eles fizeram a cirurgia de forma muito invasiva, diferentemente como esse tipo de intervenção é feito atualmente. Fiz duas cirurgias com a mesma equipe, uma para a retirada das hérnias e a outra para correção, que não adiantou. Só depois que troquei de hospital no ano seguinte, 2013, e fiz novas cirurgias é que o problema foi corrigido realmente. Porém, era tarde demais”, afirma.
O atual médico de Edson e responsável pelas últimas intervenções, o neurocirurgião especialista em coluna Vinicius Benites, nega que seja possível confirmar algum erro médico antes de assumir o caso. “As hérnias se desenvolveram por pré-disposição genética e não têm relação alguma a trabalho ou algum esporte que ele tenha praticado”, explica.
Benites ainda conta que foi colocado um eletrodo na coluna de Edson para que a dor diminuísse. Porém, sem sucesso. “A última cirurgia que fizemos foi para a implantação de um eletrodo na coluna. Normalmente nesses casos o eletrodo acaba com a dor, mas com o Edson não houve sucesso, a dor só diminuiu. Esse é um caso que entristece, porque foge de nosso alcance como médico.”
Outro problema da doença é que a ingestão sem interrupções de medicamentos resulta em dependência, diz o médico. “Na última vez que tive contato com o Edson ele vivia uma crise de abstinência da morfina, isto é, tinha dificuldades para dormir e irritabilidade. Sintomas psicológicos muito semelhantes a qualquer droga”, descreve.
Erika conta que marido já perdeu e ganhou peso devido às doenças (Foto: Arquivo Pessoal/ Edson Sales)Erika conta que marido já perdeu e ganhou peso
após doenças (Foto: Arquivo Pessoal/ Edson Sales)
SDCR
Além de neuropatia, Edson sofre com outra doença incurável: a Síndrome Dolorosa Complexa Regional (SDCR). A síndrome fica adormecida na maioria do tempo, mas quando se manifesta causa dor intensa na perna esquerda de Edson. “É insuportável, como se colocassem minha perna dentro de um forno. Quando ela chega só penso em ir para o hospital. Houve uma vez que fiquei 26 semanas internado para que ela sumisse”, conta.
A SDCR também é uma decorrência da primeira cirurgia, afirma o paciente. Afastado do trabalho como técnico de telecomunicações há quatro anos, Edson diz que já procurou um advogado e quer entrar na Justiça contra o hospital da primeira cirurgia. “Médicos já me falaram que eu não poderei mais trabalhar devido às dores, ou seja, eles me deixaram um inválido. Se entrar na Justiça vou pedir que o hospital pague uma terapia em Portugal, onde vi que há um centro de referência dessa doença”, conclui.
Além do tratamento da coluna com Benites, Edson faz acompanhamento com a equipe médica da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Botucatu (SP). “A equipe de Botucatu é responsável pelo tratamento da dor. Eles fizeram testes com 30 tipos de medicamentos diferentes em mim", diz o paciente.
Agora, o desejo de Edson é ter a ‘liberdade’ de volta. “Com a cadeira eu poderia ir ao posto passar em consulta, pegar remédios, ir ao banco e também devolveria a minha liberdade que me tiraram”, ressalta.
Edson e Erika casaram-se meses antes do surgimento da doença (Foto: Arquivo Pessoal/ Edson Sales)Edson e Erika casaram-se meses antes do surgimento da doença (Foto: Arquivo Pessoal/ Edson Sales)
'Não aguento mais ver ele caindo da muleta', diz esposa de Edson (Foto: Arquivo Pessoal/ Edson Sales)'Não aguento mais ver ele caindo da muleta', diz esposa de Edson (Foto: Arquivo Pessoal/ Edson Sales)
 





















GCM CLÁUDIO RAIMUNDO/LARANJAL PAULISTA/SP


quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Ah, é, a maconha não faz nada? Então olhem para o meu filho!

Ah, é, a maconha não faz nada? Então olhem para o meu filho!

"Não se fala dos efeitos secundários - mas eles são gravíssimos"


maconhaA maconha destruiu o cérebro do nosso filho e de muitos outros jovens. Eles começaram a fumar ‘baseados’ aos 12, 14 anos, idades em que acontecem grandes mudanças no organismo e na mente, e os neurônios deles foram afetados de modo muito negativo. Não somos só nós, os pais, que dizemos isso, mas também os médicos”.
A espanhola Montserrat Boix é mãe de um rapaz com graves transtornos mentais. Quando ela fez a declaração acima, o jovem estava desaparecido já fazia 10 dias, depois de fugir da clínica psiquiátrica na qual estava em tratamento. Montserrat considera que as instituições da sociedade não estão agindo eficazmente diante das situações – graves – de famílias que têm de lidar com casos de transtorno mental. Ela conta, por exemplo, que a polícia nunca localizou o seu filho nas várias ocasiões em que ele fugiu.
Estes problemas não estão sendo levados a sério o suficiente. Parece que aqueles que propõem o consumo livre da maconha têm mais poder na sociedade e na mídia. Não se fala dos efeitos secundários, e eles são gravíssimos”, lamenta.
Montserrat Boix fez suas declarações à Plataforma pela Família Catalunha-ONU, que, além de divulgar os problemas das famílias afetadas, prepara conferências familiares sobre saúde mental em parceria com o governo local de Barcelona.
Montserrat prossegue: “Falam em legalização da maconha. Se a questão é vender em farmácias com receita médica para algum tratamento, de acordo. Mas se é para permitir a venda livre e sem nenhum controle, rejeitamos de maneira absoluta”.

Convivência muito difícil

Esta mãe espanhola descreve a atual convivência com o filho, que tem 27 anos, como “muito difícil”: ele é agressivo, não respeita quaisquer horários, não toma a medicação para tratar seu transtorno, consome drogas e foge de casa com frequência.
Desesperada, ela prossegue: “Não podemos fazer nada além de temer que o nosso filho volte a cometer algum crime para ser preso e receber algum tratamento na cadeia. Ou que alguém o mate numa briga. Pessoas nessa situação acabam ou na cadeia ou no cemitério. Não é oferecido nada para os doentes mentais severos, agressivos e que consomem drogas”, denuncia, assegurando que são muitas as famílias em situação semelhante à dela.
Os políticos, a seu ver, se interessam muito pouco pela situação das famílias que enfrentam esse tipo de desafio. Para ela, os pais de pessoas nesta situação não deveriam perder a autoridade legal sobre os filhos afetados por doenças mentais quando eles atingem a maioridade: “Eles não estão em condições de exercer a liberdade. Não têm critério para administrá-la. [As autoridades] perguntam a eles se dão consentimento para ser internados, e eles dizem que não. Os pais não podem dizer nada. Mas depois chegam os problemas, que são enormes”.

Soluções

A solução que Montserrat propõe é a mesma já adotada em outros lugares do mundo, como a Fazenda da Esperança, no Brasil: a criação centros públicos de saúde mental em áreas rurais, para que os pacientes internados realizem trabalhos no campo e cuidem de animais, por exemplo, e não possam sair da clínica enquanto estiverem em tratamento.
Ela foi além das palavras e, junto com seu marido, já criou uma pequena indústria de iogurte, a Delícies del Berguedà, para que ali trabalhem pessoas com problemas de saúde mental.
Montserrat recorda que, na Espanha, os antigos manicômios para pessoas com transtornos mentais foram extintos na década de 1970, mas não foram substituídos por outras instituições que, ao mesmo tempo, os tratem adequadamente e protejam o resto da sociedade.
E lança um apelo ao mundo: “Nós, pais e mães, estamos desesperados e nos sentimos impotentes diante desta situação”.



GCM CLÁUDIO RAIMUNDO/LARANJAL PAULISTA/SP

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Vote em Guardas Municipais eles podem fazer a diferença nas Cidades brasileiras.


Guardas Municipais podem fazer a diferença nas Cidades brasileiras.

Provo e tenho a Convicção que as Guardas Municipais podem fazer a diferença nas Cidades brasileiras.

Os amigos sabem que sou advogado e professor de direito há 10 anos e simpático a diversos assuntos do direito, em especial, os temas que envolvem o serviço público e segurança pública municipal, daí o meu ativismo com Sindicatos e Associações de Servidores, em especial, Guardas Civis Municipais.

Sou casado com a Guarda Municipal de Cotia/SP Marina Vasques Lemos e obviamente o nosso cotidiano gira em torno deste tema e de outros do serviço público.

Sinto que os Guardas pelo País a fora estão sofrendo para aplicar a Lei Federal n.º 13022/14 (Estatuto das Guardas) que manda os Prefeitos organizarem suas Instituições com plano de carreira, armamento, corregedoria e ouvidoria e etc. Vejo vários colegas promovendo denúncias no Ministério Público cobrando a adequação da Lei o que é válido, porém, sei que o caminho Judicial é demorado e infelizmente muitas Instituições vão sofrer por anos e anos, pois, o que de fato implementará a Lei Federal n.º 13022/14 é a vontade política. O Judiciário em algum momento vai impor o que deve ser feito, porém, ao seu tempo que infelizmente não é e não será o tempo dos patrulheiros que clamam pelo direito de trabalhar pelo País a fora "hoje!".

As Guardas estão começando a ver decisões do Poder Judiciário reconhecendo a importância dos serviços e tendo que conviver com outras que restringem direitos e até mesmo anulando bons serviços prestados, relaxando flagrantes por exemplo. A Lei Federal n.º 13022/14 "veio antes" da necessária mudança da Constituição Federal que infelizmente ainda trata o Guarda como "vigilante de próprios públicos", embora, toda gente saiba que não é daí a confusão e a necessidade da aprovação da PEC 534 que se encontra há anos pronta para a votação.

Por sorte o prazo de adequação da Lei Federal n.º 13022/14 (Estatuto das Guardas) findou com a eleição municipal deste ano de 2016, trazendo o tema “Guarda Municipal" para o centro dos debates eleitorais.

Os Guardas terão uma chance única de acertar o VOTO naqueles que tenham compromisso com a classe e a perfeita adequação da Lei Federal n.º 13022/14 e ressalto que a minha fala não é direcionada somente as Guardas e sim as famílias destes e a sociedade em geral. Eu acredito que as Guardas Municipais estruturadas - com no mínimo: sedes, centros de formação e rádio digital - e capacitadas - com formação da SENASP, plano de carreira e armadas - podem atender com plenitude o serviço de segurança nas Cidades com muita eficiência.

A vontade política precisa de direcionamento e falo abertamente para que os Guardas Municipais e a população fique atenta e procure eleger o tema: segurança como uma das prioridades destas eleições e VOTEM em bons candidatos a Prefeito e em Guardas Municipais e/ou em que sejam simpáticos a esta causa para o exercício das funções de Vereador, pois, o futuro da segurança pública se faz com Guardas Civis!

Peço antecipadamente perdão para nomes que eventualmente eu possa esquecer, porém, de antemão, a população de Manaus/AM conta com a força de Ulisses Filho, em Fortaleza/CE com a garra de Marcio Márcio Cruz, em Belo Horizonte/MG, São Paulo/SP e Rio de Janeiro/RJ com o ativismo dos competentes Pedro Bueno, Carlinhos Silva e Jones Moura, em Criciúma/SC com jovem e competente Viana, em Apucarana/PR com o destemido Pablo Rocha Pereira, em Juazeiro do Norte/CE e em Caruaru/PE com os bravos patrulheiros Assis Zacarias Lima e Golf Mike Márcio, em Carapicuíba/SP com o aguerrido Silas Lima, em Várzea Paulista com o competente Alex, em Osasco/SP com o Moreira, em Barueri/SP com destemido Anderson Kowales e outros colegas igualmente aguerridos, em Santa Barbara do Oeste com o sábio professor e Guarda Municipal Eliel Miranda em Cotia/SP com o Rafael da Guarda, Romildo Borges, Daniela, Dagmar Pereira Dos Santos e Toninho em Itapevi/SP com os colegas Wendel Ajala de Mattos e Renato Cesar Itapevi, em Laranjal Paulista interior/SP Cláudio Raimundo enfim, acredito que pelo Brasil a fora exista outras centenas de candidatos interessados na causa e preocupados com a segurança e que precisam do voto.

Tenham consciência e acertem na escolha.

Segue o link do meu vídeo do YOUTUBE sobre o tema:  https://youtu.be/2K_m1ob_TJk

video


FONTE: Dr. Michel Silva 

GCM CLÁUDIO RAIMUNDO/LARANJAL PAULISTA/SP

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

O QUE É BULLYING?

O QUE É BULLYING?

CONCEITUAÇÃO, CARACTERIZAÇÃO E TIPOLOGIA DO BULLYING ESCOLAR

    Bullying escolar é o nome de um fenômeno difícil de ser detectado porque sua prática às vezes é velada, sendo confundido com violência escolar, mas com grande poder destrutivo.
O que é bullying?

    É um termo inglês utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, sem motivação evidente, adotados por um ou mais alunos contra outro, causando dor, angústia e sofrimento e executados dentro de uma relação desigual de poder.
    Simplificando, bullying é uma forma intencional e repetitiva de atitudes cruéis feitas por um ou mais alunos contra outro aluno.
O que é bully ou bullies?

    Bully é o indivíduo que pratica bullyingBullies é o plural desse termo.
    Bully significa “valentão”, caracterizando o indivíduo como muito valente, decidido, intrépido, afoito, turuna, audaz, corajoso, que não tem medo, destemido. Porém, essas qualidades são usadas para abuso de poder, para tiranizar, praticar crueldade, oprimir, perseguir. O bully é extremamente impiedoso, insensível à dor do outro e totalmente desprovido de amor.

Como caracterizar o bullying?

    Caracteriza-se pela prática de maus-tratos entre colegas de escola, repetidos com frequência superior a três vezes durante o ano letivo.
Onde ele ocorre?

    Em todos os ambientes escolares, com maior frequência na sala de aula, seguido do pátio de recreio, corredores, banheiros e transporte escolar.
Como identificar a vítima – o papel do educador

    Observar atentamente as relações interpessoais. Nos trabalhos em grupo ou jogos é o último a ser escolhido, é alvo de “zoação”, caçoada, apelidos, é triste, deprimido, aflito, ansioso, irritadiço, agressivo, apresenta súbita queda no rendimento escolar, não faz perguntas, não tira dúvidas, tem desinteresse pelos estudos, falta com frequência às aulas, apresenta arranhões, ferimentos, isola-se dos demais, apresenta material escolar e roupas danificados, é intimidado, perseguido ou maltratado. Observar suas reações e expressão fisionômica quando atacado.
Como identificar o filho vítima – o papel da família

    Não quer ir à escola, pede para mudar de escola, não gosta da escola, na segunda-feira está triste, chora sem razão, tira notas baixas, pede dinheiro sem necessidade, tem pesadelos, pede para ser levado à escola, perde dinheiro e pertences, apresenta roupas e livros rasgados, some objetos de sua casa, apetite obsessivo, não convida amigos para ir a sua casa, fica aliviado na sexta-feira, feriados e férias, simula dores e mal-estar, muda o trajeto, comenta que o professor é chato, não é convidado para festas ou casa de amigos, tem medo de ir e voltar sozinho, tem “ar” de assustado, tranca-se no quarto, isola-se, tem uma tristeza profunda.
Como identificar as possíveis causas que faz um estudante ser um agente do bullying

    Espera que todos façam suas vontades, que suas ordens sejam atendidas, gosta da sensação de poder, tem dificuldade de relacionamento, sofre intimidações, é maltratado em sua casa, vive sob pressão, é humilhado pelos adultos, sente-se inseguro e inadequado, já foi vítima de algum tipo de abuso.
Como identificar quem é alvo do bully

    Geralmente apresenta físico frágil, muito baixo ou muito alto, usa óculos, obeso, muito magro, apresenta deficiência física, têm muitas espinhas, timidez, introvertido, tira notas altas, é muito bonita, tem traços diferentes do “padrão” nos aspectos culturais, étnicos ou religiosos. Os obesos e os tímidos são os alvos principais.
Como agir se seu filho é o agressor

    Mantenha a calma, não ignore a situação, não o agrida, nem o intimide, pois ele precisa de ajuda. Entre em contato com a escola; converse com professores e amigos que ajudem a identificar o problema, dar orientações e limites firmes para controlar seu comportamento, encorajar a pedir desculpas ao colega que ele agrediu, valorizar sua autoestima, criar situações em que ele se saia bem, elogie e o ame.
Como agir se seu filho é vítima

    Se você suspeita que seu filho está sendo vítima de bullying, procure conversar com ele e encoraje-o a falar. Se ele relatar por si próprio, acredite nele. Transmita-lhe confiança e com a aprovação dele procure o professor ou a direção escolar.
Autora: Aloma Ribeiro Felizardo. Texto extraído do livro Bullying: o fenômeno cresce! Violência ou brincadeira? Pinhais: Ed. Melo, 2011.

FONTE: http://bullyingcyberbullying.com.br/bullying/o-que-e-bullying/



Quer saber mais: 
            http://www.infoescola.com/sociologia/bullying-na-escola/





GCM CLÁUDIO RAIMUNDO / LARANJAL PAULISTA / SP